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O editor-chefe Dr. Ezzat Al-Gamal escreve: Marrocos renunciou à Taça de África… e o continente revela o seu verdadeiro rosto!

Na final da Taça das Nações Africanas, Marrocos não perdeu o jogo… foi o continente que se confrontou consigo próprio.
Entre a retirada do Senegal, o caos dos adeptos e comportamentos antidesportivos e incivilizados, Marrocos escolheu ser maior do que o torneio, maior do que a raiva e maior do que a inveja.

Não se trata apenas de uma análise futebolística, mas de uma exposição de escândalos, de ira e da realidade de uma África ainda presa ao passado, diante de um modelo marroquino superior.

Marrocos renunciou à Taça de África… enquanto África continua prisioneira do passado

Introdução: quando a vitória se torna escândalo e a derrota vira alegria

A final da CAN não foi apenas um jogo de futebol, mas um palco de violência e desordem. Marrocos demonstrou responsabilidade e civilização, enquanto alguns países africanos – sobretudo o Senegal – permaneceram reféns do passado, afogados em inveja e ressentimento, incapazes de aceitar um modelo bem-sucedido.

Marrocos não perdeu, sacrificou a taça para salvar a imagem de África e evitar que uma catástrofe se transformasse num escândalo histórico.
O que ocorreu em campo, por parte da equipa senegalesa e dos seus adeptos, só pode ser descrito como comportamento antidesportivo e incivilizado, revelando o afastamento de certas mentalidades africanas da modernidade.

O choque verdadeiro não esteve apenas no relvado, mas também fora dele: nas ruas, nos ecrãs e nas reações, mostrando que o problema com Marrocos deixou de ser desportivo para se tornar psicológico e civilizacional.

Renunciar à taça… quando Marrocos sacrifica o troféu para proteger algo maior

Nem todo o derrotado é vencido.
Marrocos não perdeu a final da CAN.
Marrocos renunciou.

A diferença entre perder e renunciar é a diferença entre jogar um jogo e assumir a responsabilidade de um continente inteiro perante o mundo.

O que aconteceu na final não foi apenas futebol, mas um momento decisivo onde a lei se misturou com o caos, o desporto com a política e o campo com os bastidores. Nesse momento, Marrocos escolheu ser maior do que a taça.

Quando a excelência se torna acusação

Disseram que Marrocos falhou na organização.
Mas a verdade é simples e dura:
Marrocos não falhou, constrangeu outros com a sua competência, rigor e respeito pelos convidados.

A final foi um teste civilizacional que expôs a diferença entre quem trabalha para o futuro e quem permanece preso ao passado.

Quando o sucesso se torna provocação

Marrocos não apresentou uma edição comum, mas a mais forte da história da CAN:

  • Estádios de padrão mundial
  • Hotéis de alto nível
  • Transportes organizados
  • Alojamento respeitando as seleções acima dos resultados

Aqui começou o problema.


Quando a civilização é apresentada a quem não está habituado a ela, passa a ser vista como provocação.

Marrocos elevou o nível porque sabe que o Mundial está a caminho e que quem quer o futuro não pode pensar com a mentalidade do passado.

Marrocos não perdeu.


Renunciou à taça por liderança e sabedoria histórica.

O caos em campo: Senegal e os adeptos

  • Retirada da seleção senegalesa em protesto contra um penálti
  • Recusa em regressar dentro do tempo legal
  • Intervenção de responsáveis da CAF
  • Invasão do relvado pelos adeptos, ameaçando a segurança

Tudo isto reflete um comportamento antidesportivo e incivilizado.

A arbitragem… quando a lei é quebrada

A lei do futebol é clara: uma equipa que abandona o jogo e não regressa no tempo previsto perde a partida.
Isso não foi aplicado.

O Senegal regressou após contactos e pressões, como se nada tivesse acontecido.
Trata-se de um erro grave de arbitragem, cuja responsabilidade recai sobre o árbitro.

Depois do jogo… ódio exposto

O mais doloroso não foi a derrota, mas:

  • A alegria pública pela perda de Marrocos em algumas ruas árabes
  • A transformação do desporto em ódio e ajuste de contas

Quando a vitória de Marrocos se torna acusação e a sua derrota motivo de prazer, já não estamos perante futebol, mas perante uma crise ética desportiva.

Marrocos e o futuro desportivo

Marrocos não vive de um único título:

  • 4.º lugar no Mundial de 2022
  • Títulos das seleções jovens e medalhas olímpicas
  • Visão integrada para o desporto e infraestruturas

Marrocos não superou apenas a competição, mas as mentalidades e o tempo.

Marrocos renunciou à taça, mas ganhou respeito, liderança e história.
Os títulos passam.
A civilização, a visão e o prestígio permanecem.
Glória a Marrocos, modelo de progresso e liderança em África.

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