Trump, o criminoso… sequestra o presidente da Venezuela e saqueia as riquezas do mundo

Trump, o criminoso… sequestra o presidente da Venezuela e saqueia as riquezas do mundo
Venezuela: quando as máscaras caem e o saque se torna política oficial
De Caracas para o mundo: quando Trump governa o império como uma máfia
Trump… não é presidente, nem líder de Estado, mas o chefe de uma máfia internacional, trapaceiro, criminoso de guerra, traficante de armas, obcecado pela grandiosidade, doente mental, bandido global e ladrão profissional das riquezas dos povos. O sequestro do presidente venezuelano e de sua esposa é um crime completo, executado sem qualquer respeito pelo direito internacional, pela soberania dos Estados ou pela dignidade humana.

Trump, esse homem obcecado pelo poder, não se contenta em saquear diretamente o petróleo e as riquezas, mas se declara acima da lei e age como o líder de uma organização criminosa mundial que não conhece piedade nem limites diante de qualquer nação ou povo que se oponha aos seus interesses.
Trump… o criminoso que saqueia as riquezas do mundo e sequestra o presidente da Venezuela
Desta vez, não há discurso sobre democracia, nem espetáculos para conter violações, nem máscaras morais que Washington costumava usar ao saquear o petróleo e as riquezas dos povos em nome dos “valores humanos”.

Desta vez, Donald Trump retira todos os artifícios e avança nu, sem justificativa moral, para invadir a Venezuela, sequestrar seu presidente, assumir o controle direto do petróleo e das riquezas, e tomar o poder, encarregando seu secretário de Estado de administrar o país temporariamente até que Washington nomeie o governador escolhido entre seus clientes.
Trump não precisa mais responder às críticas internacionais com alegações democráticas, nem afirmar que a liberdade exige às vezes o envio de frotas, ou que os direitos humanos às vezes exigem pirataria. O homem é bruto, direto, arrogante, e seus objetivos são claros: petróleo e minerais.
Ele diz isso sem rodeios à China e à Rússia:“

Temos boas relações com o presidente chinês… Pequim não terá problemas com a operação na Venezuela… o petróleo será vendido… venderemos o petróleo da Venezuela para a Rússia e China em melhores quantidades.”
Assim, o crime de um Estado inteiro é gerido como um comércio, não como política.
Quanto à Europa, não há necessidade de tranquilizá-la ou justificar o crime perante ela; foi anexada há muito ao império americano e tornou-se apenas um apêndice político sem vontade própria. O princípio de Monroe, estabelecido em 1823 para impedir a Europa de intervir no hemisfério ocidental, não é mais suficiente para as ambições de Trump; ele o superou e age na Europa como se fosse uma extensão da Casa Branca.

No entanto, a Europa não era inocente ou ingênua.
Ela compareceu ao banquete venezuelano antes mesmo de Trump convidá-la: “gatos domésticos” atraídos pelo cheiro do saque, esperando pelas migalhas da antiga colonização. Trump é a continuação crua dos invasores de outrora, liderados por Cristóvão Colombo, rumo a uma terra cujos povos nativos foram exterminados e que mais tarde foi chamada de “América”.
Trump não perde tempo procurando rótulos morais para justificar o saque do petróleo.
Sem liberdade, sem democracia, sem direitos humanos… exatamente como Colombo, que exterminou os índios, inaugurando um império colonial sobre seus cadáveres, gritando:

“Pelo ouro, pelo dinheiro… e por Cristo.”
Hoje, Trump age sob um único lema claro:
“América em primeiro lugar… e nada mais.”
Sem compartilhamento, sem legitimidade internacional. Ele não precisa da doutrina Monroe, nem da “receita Gladstone” aconselhada por Neil Ferguson a George Bush após o Iraque para envolver a Europa no saque. Trump não quer cobertura, ele quer dominação nua.
Ele adota a ideologia de Netanyahu:

Tudo que serve aos seus interesses é permitido,
Todos os “outros” são supérfluos,
Suas terras e riquezas estão abertas aos sonhos do império moribundo.
Basta exibir força extrema, criar cenas hollywoodianas de “poder absoluto americano” e aterrorizar o mundo. Assim, Trump apresentou a operação Caracas como tendo durado 74 segundos, sem uma gota de sangue, como se fosse apenas um filme, próximo de roubar uma banana.
Mas a verdade, revelada por jornais internacionais (New York Times, Daily Mail), é que o ataque americano matou cerca de quarenta pessoas.
Mesmo assim, Trump nega o sangue, falsifica fatos e usa sua imaginação criminosa para subjugar os povos pelo medo.

Colapso do sistema internacional
O sistema internacional criado em 1945 sob a égide da ONU, destinado a resolver conflitos pacificamente, colapsou.
Não porque as leis falharam, mas porque a força decidiu pisá-las. A ONU não foi paralisada; ela escolheu a impotência e se tornou um cenário para legitimar os crimes dos poderosos e condenar os fracos.
No início de 2026, uma nova lei não escrita domina o mundo:
A força é a legitimidade,
A arma é a constituição,
O saque é política oficial.

Declaração aos povos do mundo e à Venezuela
O que acontece na Venezuela não é exceção, mas um anúncio oficial de que o mundo entrou em uma nova era:
a era em que os Estados são sequestrados, as riquezas são saqueadas e as leis são esmagadas, em nome da força única.
Quando o império se torna uma máfia:
O silêncio é cumplicidade,
A consciência é o primeiro ato de resistência.
Povos do mundo,
não esperem justiça de um sistema feito para proteger ladrões,
não apostem em instituições transformadas em instrumentos do poder bruto.
Povo venezuelano,
o sequestro do seu presidente e o saque de seu petróleo é um ataque à dignidade de todos os povos.
O império moribundo tenta arrastar o mundo para sua queda.
A história ensina:
todo poder sem justiça cai, todo império sem moral desmorona.
O silêncio é cumplicidade,
a consciência é o início da libertação,
e a recusa à submissão é o primeiro ato de resistência moral.


