O editor-chefe Dr. Ezzat El Jamal escreve: Hossam Hassan conduz uma crise no futebol… entre arrogância e política

A seleção egípcia não perdeu porque o público marroquino não a apoiou, mas porque foi tecnicamente mais fraca e administrativamente desorganizada.
Quem te apoiou ontem não pode ser acusado hoje de suborno.
O futebol não é gerido com arrogância, não se vence com o passado e não se encobre com decisões políticas.
Reconhecer o fracasso é coragem, negá-lo é queda.
Quem não respeita a inteligência do público cairá diante dele.

A derrota não se justifica… e a arrogância não faz história
A seleção egípcia perdeu porque era tecnicamente inferior, não porque o público marroquino não aplaudiu.
O futebol não se dirige com slogans, não se ganha com a história e não se salva culpando os outros.
As declarações de Hossam Hassan não defenderam o Egito, mas colocaram o país numa crise desnecessária.

Reconhecer o fracasso é coragem, mentir é fraqueza, e usar o passado para compensar o presente é uma ilusão.
O Marrocos é hoje um exemplo de organização e presença.
O Egito deve rever a si mesmo em vez de atacar os outros.
No futebol como na política, quem rejeita a responsabilidade paga o preço.
O que aconteceu não foi apenas uma derrota esportiva, mas um fracasso administrativo, um colapso do discurso e uma queda moral.
O Marrocos constrói o presente com trabalho, não com slogans.

A derrota é normal.
Reconhecer o fracasso é coragem.
A mentira é queda.
A politização do esporte é uma catástrofe.
Quem rejeita a responsabilidade repetirá o fracasso.

