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O editor-chefe, Dr. Ezzat Al-Gamal, escreve: Trump diante do teste do racismo: ele ultrapassou a linha vermelha?

O pior presidente, sujo, limitado, criminoso de guerra e abusador de menores chegou ao topo do poder nos Estados Unidos, acrescentando hoje mais um título: presidente racista contra os negros. É este quem governa atualmente os Estados Unidos da América: Donald Trump, um homem odiado pela América e pelo mundo inteiro.

Não se trata de uma simples batalha eleitoral passageira,
nem de um conflito partidário tradicional.
É um verdadeiro confronto entre um discurso que busca inflamar a divisão e outro que tenta proteger a dignidade e a unidade.

Quando Donald Trump fez declarações interpretadas como ofensivas ao simbolismo de Barack Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, não foi apenas um insulto pessoal.
Foi um teste para toda a nação e para todos os que se sentem responsáveis pelos valores da justiça e da igualdade.

Hoje, os cidadãos árabe-americanos estão lado a lado com os afro-americanos para reavaliar a natureza do discurso político que os representa.
Os desafios enfrentados pela minoria árabe não são separados da discriminação sofrida pelos negros; fazem parte da mesma luta contra um discurso que explora divisões raciais.

⚖️ História e presente

Da escravidão à segregação racial, das ruas incendiadas do sul à ascensão do primeiro presidente negro, a história americana sempre foi um teste moral para a nação.
Desde a declaração de Abraham Lincoln de que a nação não poderia permanecer dividida entre livres e escravizados, até o discurso de John F. Kennedy sobre os direitos civis, o objetivo sempre foi proteger a unidade e os valores morais, não inflamar divisões.

Hoje, críticos de Trump afirmam que seus discursos sobre minorias, imigração e protestos intensificaram a polarização em vez de reduzi-la, ameaçando símbolos históricos de dignidade.

Tim Scott: uma voz pela dignidade dentro do partido

Em meio a essa crise, Tim Scott, senador republicano negro, surge como alguém que atua de dentro para proteger a dignidade racial.
Scott não construiu sua carreira com base na raiva ou na provocação, mas na ideia de que um conservador pode ser firme sem ferir as minorias.

Suas ações — convocação de reuniões emergenciais, criação de iniciativas de monitoramento do discurso partidário e apoio a plataformas contra a discriminação — refletem uma visão clara: a política não precisa inflamar tensões raciais.
Sua presença prova que a disputa não é apenas entre brancos e negros, mas entre duas visões políticas: polarização imediata ou liderança responsável que protege a unidade e a dignidade.

Chamado público conjunto

Aos eleitores árabes nos Estados Unidos, aos afro-americanos e a todos que acreditam nos valores democráticos:
o discurso político não é apenas palavras, é uma ferramenta que molda o ambiente social.

Se vocês acreditam que a verdadeira força de uma nação está em sua unidade, e não em conflitos raciais, este momento é um teste para todos:
vocês permitirão que a linguagem da divisão determine o futuro de seus filhos, ou permanecerão unidos contra um discurso que aprofunda o abismo?

A presidência não é uma plataforma para ajustes de contas pessoais.
É uma responsabilidade histórica que deve elevar a nação acima das divisões.
Hoje, os Estados Unidos enfrentam um teste decisivo:
o discurso presidencial será uma força de integração ou um instrumento de divisão que enfraquece toda a nação?
A cidadania compartilhada — árabe e negra — é hoje a resposta a esse teste, e a história não perdoa quem ignora suas lições.

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