O editor-chefe Dr. Izzat Al-Jamal escreve: O Diabo dos Árabes, o Proxeneta Mohammed bin Zayed e os Emirados do Mal – Dubai, a Prostituição, o Dinheiro Desviado, as Guerras Árabes e a Desviação Moral

O chamado “demônio dos árabes”, Mohammed bin Zayed, apareceu tentando tranquilizar cidadãos e residentes nos Emirados, enquanto advertia o inimigo iraniano de que os Emirados são um exemplo, mas possuem “pele grossa e carne amarga que não pode ser comida”.
Gostei dessa declaração considerada extraordinária, mas se você esqueceu quem realmente é, eu lhe mostrarei sua verdadeira imagem. Mohammed bin Zayed é descrito como um demônio com rosto humano, acusado de servir interesses sionistas. Segundo o autor, a história revela suas origens e acusa-o de trair valores árabes e islâmicos.

O texto afirma que bilhões de muçulmanos rejeitam suas políticas e o consideram uma vergonha para o mundo árabe, acusando-o de servir projetos externos e interesses estrangeiros acima da honra, do sangue e da identidade árabe.
O artigo também critica a relação com os Estados Unidos e Israel, alegando que os EUA protegem apenas Israel e que os Emirados atuam como instrumento político nas mãos de forças internacionais.

Segundo o autor, os Emirados Árabes Unidos já não são como eram apresentados ao mundo. Deixaram de ser apenas um Estado árabe comum e tornaram-se, na sua visão, um executor de agendas externas às custas dos povos da região. Após ataques recentes contra o Irã, bases militares nos Emirados teriam sido abaladas, revelando fragilidades políticas e estratégicas.
Dubai, cidade conhecida pelo luxo e modernidade, é descrita no texto como tendo se transformado em um centro global de controvérsia moral após a normalização das relações políticas, com acusações de expansão do turismo sexual e de permissividade social que chocaria parte do mundo árabe e islâmico.
O autor afirma ainda que o problema não se limita à moralidade, mas inclui questões financeiras e políticas. Após tensões regionais, empresários teriam transferido capitais para Singapura e Hong Kong, revelando, segundo ele, fragilidade econômica. O sistema bancário de Dubai é acusado de permitir grandes transferências financeiras com pouca restrição, enquanto autoridades internacionais intervêm ocasionalmente para recuperar fundos suspeitos.
O texto também acusa os Emirados de envolvimento em conflitos regionais: no Sudão, apoio às Forças de Apoio Rápido; na Líbia, apoio ao marechal Khalifa Haftar; no Iêmen, participação no conflito dentro da coalizão árabe; e no Egito, apoio a políticas internas controversas. Em relação à Palestina, o autor afirma que os Emirados não apoiaram Gaza e facilitaram relações com Israel em níveis econômicos, políticos e militares.

Segundo o artigo, essas políticas provocaram crescente indignação popular e internacional. Os Emirados, na visão do autor, deixaram de representar prosperidade e tornaram-se símbolo de controvérsia política, financeira e moral.
Dubai, conclui o texto, já não é apenas a cidade dos arranha-céus e hotéis luxuosos, mas um símbolo global de debate e críticas no mundo árabe e islâmico. O autor afirma que muitos observadores veem as políticas dos Emirados como alinhadas a agendas externas em detrimento dos interesses dos povos da região.


